Como trabalhamos
Metodologia: medir, comparar, testar e só depois decidir
O mesmo método editorial atravessa os 100 guias para que uma recomendação possa ser compreendida e contestada.
1. Definir a pergunta
Começamos por uma situação observável: uma fatura subiu, uma janela condensa, um aparelho avariou ou um orçamento promete uma percentagem. Evitamos perguntas vagas como ‘qual é o melhor?’ sem uso, dimensão ou limite.
2. Escolher unidades úteis
Convertemos o problema em kWh, litros por minuto, metros cúbicos por pessoa, horas, temperatura, humidade, euros por ano ou vida útil. Quando os dados não permitem precisão, usamos intervalos e explicamos a incerteza.
3. Usar fontes primárias
Consultamos entidades como ERSE, DGEG, E-REDES, ADENE/SCE, Agência Portuguesa do Ambiente, EPAL e Comissão Europeia. Informação comercial pode ilustrar um produto, mas não fundamenta uma afirmação geral.
4. Testar em pequena escala
Antes de uma compra ou obra, procuramos uma experiência reversível que confirme a causa. A decisão inclui custo, conforto, tempo, manutenção, segurança e impacto de uma hipótese errada.
5. Rever
Verificamos títulos, ligações, datas, contas, imagens e dados estruturados. Regras, tarifas e incentivos são especialmente sensíveis ao tempo e devem ser confirmados novamente antes de agir.